quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Nunca

Tantas vezes fui a loucura quantas lhe amei.
Cultuei o amor, o sonho,
a ingênua pessoa.
Nunca Merilyn Monroe
olhou ou sorriu para mim.
Luneta dos olhos de quem me quer
traga-me teus sorrisos
retinados a encandecer os caminhos.
Venha a galope,
deixe louco seu cavalheiro
no templo poético.

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