Verídico
De tudo,
ainda não conheço o simples,
o perfeito,
o que semeia a centelha
e fomenta a chama
que acopla
todas as ânsias.
De tudo,
ainda não esmoreço,
mesmo diante do frenesi desmedido
criado pelos homens que finguem
não se perturbarem
com as soluções.
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Inocência
Ninguém basta em bosta,
nem santa é toda matéria!
No esquadro borda a ilusão
que sustenta os joguetes.
Quando só ganhastes e nunca perdestes.
Discorres as bestiais posições sobre tudo e todos.
Se vale do mundo das poses e
mediocridades faciais.
Nobres avessos a ética mínima.
Em táticas escondem as práticas
na pseudo felicidade da rima.
Ninguém basta em bosta,
nem santa é toda matéria!
No esquadro borda a ilusão
que sustenta os joguetes.
Quando só ganhastes e nunca perdestes.
Discorres as bestiais posições sobre tudo e todos.
Se vale do mundo das poses e
mediocridades faciais.
Nobres avessos a ética mínima.
Em táticas escondem as práticas
na pseudo felicidade da rima.
domingo, 24 de janeiro de 2010
Nuances
Toda paixão é capaz.
Nunca é demais.
Só as desvairadas,
impensadas às vezes de tanto gostar!
A solidão se faz e desfaz.
O bom amigo não fica para traz!
Bem estelar.
Senhores, olham a grande jogada,
os defeitos são as portas de entrada!
Viver melhor a saborear o balanço do vento
que vaga e não vai embora.
A vida! Sim, ela passa!
A alma do poeta é blindada!
Intactas são as nuances sensatas
que brilham para sempre.
Toda paixão é capaz.
Nunca é demais.
Só as desvairadas,
impensadas às vezes de tanto gostar!
A solidão se faz e desfaz.
O bom amigo não fica para traz!
Bem estelar.
Senhores, olham a grande jogada,
os defeitos são as portas de entrada!
Viver melhor a saborear o balanço do vento
que vaga e não vai embora.
A vida! Sim, ela passa!
A alma do poeta é blindada!
Intactas são as nuances sensatas
que brilham para sempre.
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
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