segunda-feira, 13 de setembro de 2010
O que é o que é... Zé Ramalho
< largura Object = "425 = " http://www.youtube.com/v/9l-s_VtxO6M?fs=1&hl=pt_BR "> < embed src = " pt_BR http://www.youtube.com/v/9l-s_VtxO6M?fs=1&hl = " width = "425 "height Nunca allowScriptAccess = = 344 allowFullScreen wmode = " = true "tipo" transparente = "application / x- shockwave -flash " >
terça-feira, 31 de agosto de 2010
sábado, 17 de julho de 2010
Véspera
Longa madrugada,
ventos sonoros,
planalto frio.
Via seus olhos,
sua carne o afago da minha.
Esperei como um soldado,
esquentar em minha alma solitária
os desejos transcentes.
Como o outono espera o inverno chegar.
No céu as estrelas, uma cadente
pedia você, sinuosa e bela.
Eu pensei na gente,
nos ensaios felizes,
nos cantos e frases
nas vésperas do amar.
Longa madrugada,
ventos sonoros,
planalto frio.
Via seus olhos,
sua carne o afago da minha.
Esperei como um soldado,
esquentar em minha alma solitária
os desejos transcentes.
Como o outono espera o inverno chegar.
No céu as estrelas, uma cadente
pedia você, sinuosa e bela.
Eu pensei na gente,
nos ensaios felizes,
nos cantos e frases
nas vésperas do amar.
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Presença
Meu amor é da madrugada,
chega sempre de manhã
com os pássaros,
vira uma passarada!
Que nada!
Meu amor pode chegar
na manhã seguinte,
com requinte a desmoronar
em cima de mim.
Ele respira,
palpita meu coração,
traz a sua agradável presença,
depois de longa ausência.
E respiro fundo,
e apago todas as influências,
depois durmo
para acordar feliz.
Meu amor é da madrugada,
chega sempre de manhã
com os pássaros,
vira uma passarada!
Que nada!
Meu amor pode chegar
na manhã seguinte,
com requinte a desmoronar
em cima de mim.
Ele respira,
palpita meu coração,
traz a sua agradável presença,
depois de longa ausência.
E respiro fundo,
e apago todas as influências,
depois durmo
para acordar feliz.
quinta-feira, 29 de abril de 2010
sexta-feira, 16 de abril de 2010
domingo, 14 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Inocência
Ninguém basta em bosta,
nem santa é toda matéria!
No esquadro borda a ilusão
que sustenta os joguetes.
Quando só ganhastes e nunca perdestes.
Discorres as bestiais posições sobre tudo e todos.
Se vale do mundo das poses e
mediocridades faciais.
Nobres avessos a ética mínima.
Em táticas escondem as práticas
na pseudo felicidade da rima.
Ninguém basta em bosta,
nem santa é toda matéria!
No esquadro borda a ilusão
que sustenta os joguetes.
Quando só ganhastes e nunca perdestes.
Discorres as bestiais posições sobre tudo e todos.
Se vale do mundo das poses e
mediocridades faciais.
Nobres avessos a ética mínima.
Em táticas escondem as práticas
na pseudo felicidade da rima.
domingo, 24 de janeiro de 2010
Nuances
Toda paixão é capaz.
Nunca é demais.
Só as desvairadas,
impensadas às vezes de tanto gostar!
A solidão se faz e desfaz.
O bom amigo não fica para traz!
Bem estelar.
Senhores, olham a grande jogada,
os defeitos são as portas de entrada!
Viver melhor a saborear o balanço do vento
que vaga e não vai embora.
A vida! Sim, ela passa!
A alma do poeta é blindada!
Intactas são as nuances sensatas
que brilham para sempre.
Toda paixão é capaz.
Nunca é demais.
Só as desvairadas,
impensadas às vezes de tanto gostar!
A solidão se faz e desfaz.
O bom amigo não fica para traz!
Bem estelar.
Senhores, olham a grande jogada,
os defeitos são as portas de entrada!
Viver melhor a saborear o balanço do vento
que vaga e não vai embora.
A vida! Sim, ela passa!
A alma do poeta é blindada!
Intactas são as nuances sensatas
que brilham para sempre.
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Assinar:
Postagens (Atom)